ASSASSINATO

Playing with the idea of an unsolved murder case, in Assassinato Samito engineers a minimalist poem to put forth a social commentary on accountability avoidance.

There's a kind of transcendent alchemy between the vocals and the music, translated into a thick, organic track, with just enough tension to keep the listener hooked. 

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Lyrics:

 

Kala la-la-la (4x)

 

O soberano não queria assassinar

O subalterno não queria assassinar

O governante não queria assassinar

O vigilante não queria assassinar

Mas deu o p'ra rararararararararara

Deu o p'ra rararararararararara

Mas deu o p'ra rararararararararara

Deu o p'ra rararararararararara

 

(CHORUS)

Kalashnikov, kala la-la-la

Kalashnikov, kala la-la-la

Kalashnikov, kala la-la-la

Kalashnikov, kala la-la-la

 

O magistrado não queria assassinar

O acusado não queria assassinar

O tributário não queria assassina

O onerado não queria assassinar

O reverendo não queria assassinar

O curandeiro não queria assassinar

O operário não queria assassinar

O viagrista não queria assassinar

Mas deu o p'ra rararararararararara

Deu o p'ra rararararararararara

Mas deu o p'ra rararararararararara

Deu o p'ra rararararararararara

 

(CHORUS)

Kalashnikov, kala la-la-la

Kalashnikov, kala la-la-la

Kalashnikov, kala la-la-la

Kalashnikov, kala la-la-la

 

Kala la-la-la-la-la-la-la-la-la-la “osu” (4x)